No principal jornal da TVI o Professor Marcelo abriu hoje, 11 de Setembro de 2011, os seus comentários recomendando "A manhã do mundo", de Pedro Guilherme-Moreira. Vídeo aqui.
"A manhã do mundo" foi o único livro em cima da mesa do Professor Marcelo neste dia em que o ataque à América perfaz dez anos
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011
No Mais Mulher, Sic Mulher, Ana Rita Clara conversa com Pedro Guilherme-Moreira
A presença do autor do livro "A manhã do mundo", Pedro Guilherme-Moreira, no programa "Mais Mulher", Sic Mulher, apresentado por Ana Rita Clara, de 14 de Setembro. A fotografia abaixo é da produção. O vídeo está em segundo lugar. Em terceiro e quarto impressões do blogue "Mais mulher".

O vídeo:
Momento final da entrevista:
A promoção que esteve no blogue do "Mais Mulher" no dia 14 de Setembro:

O vídeo:
Momento final da entrevista:
A promoção que esteve no blogue do "Mais Mulher" no dia 14 de Setembro:
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domingo, 11 de setembro de 2011
A carta de Pedro Marinho Falcão
O doutor Pedro Marinho Falcão é um destacado fiscalista e uma personalidade de grande valia pública e a quem tenho a honra de chamar amigo. Não porque nos vejamos todos os dias, sequer uma vez por ano (talvez duas por década), mas porque ele foi meu professor e mais tarde nos cruzámos nas lides profissionais de uma forma sui generis. A forma como superámos a questão - a sua ética, a sua deontologia, o seu carácter impoluto - estabeleceu esse respeito mútuo, que é mais forte do que muitas amizades rotineiras. As palavras que ele deixou para me dizer neste dia 11 de Setembro de 2011 são de tal forma importantes para mim e para o livro "A manhã do mundo" - conhecendo, como conheço, a sua exigência pessoal e profissional - sei bem que se calaria se tivesse desgostado -, que lhe pedi autorização para as publicar - não valem nem um pedaço menos do que qualquer crítica encartada. Aqui ficam, servindo de de exemplo para todas as palavras boas de tantos leitores exigentes de quem tenho recebido apoio entusiástico. Obrigado a todos:
"Meu caro Pedro
Decidi estas férias fazer algo diferente: procurei um destino mais calmo para quebrar as rotinas de uma vida complexa e preenchida
Fui para Porto santo uma semana e levei companhia: o teu livro.
Esperei que fosse dia 11 de Setembro para te dizer o que te escreverei, porque falar sobre um livro que versa o 11 de Setembro no dia 30 de Agosto ou no dia 9 perdia algum encanto.
Por isso quis fazê-lo neste dia.
Isto dito,
Ao contrario do habitual (demoro algum tempo a ler os livros não jurídicos), desta vez em 4 dias tinha esgotado a leitura.
Mas não foi obra do acaso: a obra é cativante, entusiasmante e viciante. Pela história, pelo enredo e pela surpresa que esperamos descobrir na página seguinte.
Era difícil parar.
Consegues envolver o leitor (peça fundamental deste sistema) na história, cativar a sua atenção e transmitir uma mensagem. O tema em si é excelente e soubeste trabalhar muito bem numa lógica de ficção uma historia que o inimaginável até 10 de Setembro quis que fosse verdadeira.
Estás de parabéns que são também devidos pela semântica: um estilo simultaneamente erudito mas não hermético, conseguindo atingir um largo leque de leitores.
Espero que quem se interesse pela leitura saiba apreciar o valor que o teu livro tem, e que isso seja para ti o perfume necessário para que continues a escrever, pois os teus leitores, onde me incluo, ficaram credores de novas obras e não te deixarão de tributar a frustração das (legitimas) expectativas que criaste.
Aceita um abraço de amizade e admiração
Pedro
Pedro Marinho Falcão"
sábado, 10 de setembro de 2011
Amanhã, na Notícias Magazine, "Aos Heróis"
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Uma tragédia moderna
Miguel Real faz a melhor e mais completa crítica ao livro "A manhã do mundo" no JL (Agosto 2011 - 2ª quinzena).Clique na foto para aumentar, pf./ The best and most comprehensive critique of the book by Miguel Real in JL (literary newspapaer). Click on photo to enlarge, please.
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Entrevista do autor ao Açoriano Oriental
Entrevista a Pedro Guilherme-Moreira publicada no Açoriano Oriental, o mais antigo jornal em circulação em Portugal./ One more interview in portuguese
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terça-feira, 30 de agosto de 2011
Ele e os críticos/ Him and the critics (in portuguese)

Um balanço da abordagem pública do livro nos últimos três meses, feita pelo próprio autor:
Em breve será aqui publicada a intensa, abrangente e comovente recensão de Miguel Real, mencionada neste artigo, e que fechou o período de recepção inicial do livro.
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segunda-feira, 22 de agosto de 2011
As escolhas do autor no Atual, Expresso, de 20110820/ The author book choices in Expresso weekly newspaper
As escolhas do autor d'"A Manhã do mundo" no suplemento Atual, semanário Expresso, de 20 de Agosto de 2011. As desculpas pelo lapso no título do excelente romance de Hélia Correia, que é "Adoecer" e não Adormecer, como aparece na coluna:
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
A crítica de Pedro Teixeira das Neves no PtNet Literatura

Pedro Teixeira das Neves é, além de autor premiado, jornalista no "Câmara Clara" (RTP2) e faz crítica literária. Aqui está a sua apareciação ao livro "A manhã do mundo":
[06-08-2011] | Pedro Teixeira NevesMuitas manhãs teve o mundo desde que é mundo, mas poucas terá tido como aquela do 11 de Setembro de 2001. O século havia acabado de mudar e com ele a esperança, sempre adiada, de um planeta melhor, livre de ameaças globais, como a guerra, a fome, a seca, os confrontos religiosos e político-ideológicos, etc. Porém, nesse Setembro fatídico do novo século a vir um monstro novo (ou renovado) mostrava os seus dentes, a sua cabeça, e a sua endémica insânia: o terrorismo made in século XXI irrompia fazendo colapsar em segundos as célebres Twin Towers nova-iorquinas. A América era atacada dentro de casa, no coração agora transformado em trevas. Aí, sim, o mundo verdadeiramente mudava e quem assistia em directo ao terror pelas televisões arrepiava-se na plena consciência disso mesmo. Uma vez mais, a realidade parecia troçar da ficção, suplantando-a de longe.
Resultado, um mundo em convulsão, novos confrontos militares de toada vingativa pela frente, milhares de mortos para contabilizar. Só no ruir das torres, cerca de 3 mil, de múltiplas nacionalidades. Éramos, fomos (somos?) todos americanos por alguns momentos de dor e incompreensão. Avancemos para o que aqui nos traz, uma vez o contexto exaurido: o 9/11 era óbvio que trazia consigo o gérmen de muita matéria ficcional, ensaística e romanesca pela frente. Simplesmente pelo impacto emocional que despoletou nas pessoas, simplesmente pelo insólito e inominável dos factos. Pois bem, cerca de dez anos passados pela fatídica data, há novo romance português sobre o assunto.
Escreveu «A Manhã do Mundo» Pedro Guilherme-Moreira, no que constituiu a sua estreia ficcional – ao que parece, com um livro que deveria ter sido o terceiro a ser editado; da sua lavra, entendamo-nos. Mas isso são outros quinhentos, a confirmar quando os ditos vierem a lume. Para já, este interessante romance, muito contido e seguro, como pedia a temática, muito bem estruturado e urdido no jogar e entrecruzar das vidas e mundos das suas várias personagens. Como mote, os saltadores. Aqueles e aquelas que voaram para a morte do alto das torres em chamas, aqueles e aquelas que alguns, do alto da sua cegueira catolicista, viram como desistentes e por isso os renegaram – é o que conta a história do documentário «The Falling Man», foi o que indignou e fez reflectir Pedro Guilherme-Moreira.
Estamos, pois, por dentro de vidas, vidas cujos destinos se cruzaram no acaso do destino. Porém, e porque aos acasos muito devemos, tanto na vida como na morte, e se alguém tivesse tido a capacidade de prever o nefasto acontecimento e ousasse, e pudesse inverter a marcha da História? É por aí que corre o romance, dando-nos uma primeira perspectiva do atentado, apresentando-nos os pequenos mundos interiores dos seus actores, para, numa segunda parte, quase chicoteado o enredo, meter marcha-atrás e trocar as voltas ao destino, ou a parte dele. Relato emocionante de vidas e afectos, caminhamos nas suas páginas com as personagens, quase sentido por dentro o turbilhão emocional por elas experimentado. E com elas quase podemos dizer, somos todos saltadores…
Romance de cariz psicológico, «A Manhã do Mundo» não é, malgrado o assunto que trata, um romance de desesperança, não é um romance interessado em desmontar as peripécias trágicas daqueles que morreram, não é um livro interessado em abrir feridas, antes um livro preocupado com as pessoas, com os seres humanos, interessado em dar-nos o seu lado melhor, em revelar o fundo de humanidade que nos assiste até nas piores circunstâncias. É, nesse sentido, um livro positivo, que, mais do que tudo, ensaia compreender/ aceitar, para seguir adiante. Não se trata pois de diabolizar o outro ou outrem, antes de dizer, de lembrar, de não deixar esquecer. Ler um livro, ler este livro, não é senão um passo nesse sentido obrigatório. Não deixar morrer."
Link original: http://www.pnetliteratura.pt/critica.asp?id=3673
sábado, 13 de agosto de 2011
A crítica do professor Abel Dias Ferreria e Gil Vicente
Como a crítica sábia do professor Abel Dias Ferreira apanha o simbolismo lembrando Gil Vicente.
Ao acabar, tive a estranha sensação da urgência de reiniciar a leitura.
É que, como diz o grande escritor, “a memória ocupa-se do acessório e apaga o essencial” (página 57). Não sei se apaguei o essencial ou se quis reter o todo. E o todo é difícil de reter, sobretudo quando me surge aos olhos e à alma como essencial. Não tive, pois, acessório para alcandorar a memória. Certamente culpa do autor que desconjunta juntando a essencialidade da vida na “pior de todas as comoções, a esperança (…)” (página 197). Por vezes, e é bem verdade, queremos “ver pássaros e anjos, mas só se vê pessoas” (página 145). E ver pessoas, sinceramente, em muitos contextos, é perder a esperança. “Às vezes as pessoas fazem rugas no mundo, em vez de o alisar.” (página 31).
A dádiva de Deus, a visita, a purificação, a colheita, a guerra, a custódia, a sensibilidade, a paz, o trabalho, a nobreza e a mensagem divinamente alada constituem tipos impressionantes! Tangem Gil Vicente no plano, ultrapassam-no no redondo. Tudo num anverso e verso de um Janus circunstancial. Tudo num universo de consciências sem consciência de A a Z. Tudo num mundo em que “A morte é certa, e no entanto culpa-se quem morre por escolher quando.” (página 145)… decide voar.
Muito obrigado, escritor!
Muito obrigado!
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terça-feira, 2 de agosto de 2011
Na NS (Diário e Jornal de Notícias) de 30 de Julho de 2011/ In NS magazine
"A manhã do mundo" integra a recensão de João Céu e Silva a seis livros, publicada na revista "Noticias Sábado" (NS), que acompanha neste dia os diários Jornal de Notícias e Diário de Notícias, e feita de um modo original: lendo a primeira e última frase de cada livro. Pf clique na foto para ler.
domingo, 17 de julho de 2011
No Jornal "i" - entrevista para a secção "Faz-se assim" do Liv de 16 de Julho/ Interview in "i" newspaper
Entrevista sobre os hábitos de escrita na secção "Faz-se assim" do suplemento Liv de 16 de Julho de 2011 - pf clique na foto para ler/ Interview about writing habits in "i" newspaper (considered the "world's greates design newspaper")
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quinta-feira, 14 de julho de 2011
Lançamento "A manhã do mundo" no Porto (10 de Julho de 2011)/ Oporto release on July 10th
Lançamento no Porto no dia do aniversário do autor/ Oporto release in the author's birthday (it's his home town):
O autor e o Professor Pinto da Costa/ The author and the distinguished Professor Pinto da Costa
Um bolo especial num dia especial/ A special cake in a special day
O magnífico Clube Literário do Porto engalanado para o lançamento/
The book well exposed in CLP bookstore
Maria do Rosário Pedreira apresentando/ The editor presenting
O autor, Pedro Guilherme-Moreira/ The author
quarta-feira, 13 de julho de 2011
A opinião do Prazer da Leitura/ A blog's review
Clicar no link abaixo, pf:
http://omeudiariodaleitura.blogspot.com/2011/07/manha-do-mundo-pedro-guilherme-moreira.html
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sexta-feira, 8 de julho de 2011
No Mais Mulher, Sic Mulher/ On Sic Woman TV
Recomendação de Maria João Lopo de Carvalho, sob supervisão de Ana Rita Clara, no dia 7 do 7/ A recommendation by Maria João Lopo de Carvalho on Sic Woman tv:
Na revista "Blitz" e nos jornais "O Jogo" e "Correio do Minho"
O voyeurismo da revista Blitz:
E as recomendações certeiras d'"O Jogo",
e do "Correio do Minho":
Um agradecimento a todos!
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quinta-feira, 7 de julho de 2011
No jornal OJE
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quinta-feira, 30 de junho de 2011
No cabaz de férias do blogue "Alegre ou triste"
O blogue "Alegre ou Triste", num "post" sobre escolhas de livros para o Verão/ férias, inclui "A manhã do mundo" - além do mais, o "post" é imperdível porque está muito bem escrito:
http://alegreoutriste.blogs.sapo.pt/105858.html
http://alegreoutriste.blogs.sapo.pt/105858.html
terça-feira, 28 de junho de 2011
No programa "Autores", uma de quatros novas apostas/ On tv, "Autores"
Pelo minuto 42 do programa "Autores" de 24 de Junho de 2011
Vídeo: http://www.tvi24.iol.pt/programa/3682/11
Vídeo: http://www.tvi24.iol.pt/programa/3682/11
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Um dos novos portugueses ilustríssimos (Diário Económico) / The author chosen as one of the "New illustrious Portuguese"
O artigo que "elegeu" o autor como um dos "novos portugueses ilustríssimos" na literatura.
Clicar em cima para ler, pf.
This article "elected" the author as a "new Portuguese illustrious" in literature.
Click below to read in portuguese, please.
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